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Hortaliças sem agrotóxicos, 100% frescas e colhidas em uma fazenda fazu ao lado da sua casa.

Captação

Valor alvo atingido!

Captado (100 %)

R$ 250,000

R$ 250,000

5% de participação

0 dias

42

Não é possível investir nesta oferta pois a captação foi concluída com sucesso.

Destaques

Mercado de R$13 bi, segmento de 1ª necessidade

Acelerada pela GV Ventures e Braskem Labs

Margem operacional de mais de 30%

Modelo lean (enxuto) com baixo CAPEX

Alta recorrência de compra e alta satisfação dos clientes (NPS)

Produtos colhidos dentro da cidade

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Resumo

Problema

O mercado de hortaliças é um dos maiores e mais ineficientes mercados do país. O faturamento de hortaliças folhosas é estimado em R$ 17 bilhões por ano e aproximadamente 40% de tudo que é colhido acaba sendo desperdiçado.

Isso acontece pela altíssima perecibilidade e baixo valor agregado deste tipo de produto. Por não ser economicamente justificável, os folhosos não recebem os cuidados devidos em sua logística e armazenamento (por exemplo: excesso de intermediário e elevado tempo entre colheita e consumo).

Gráfico comparando o caminho que as hortaliças folhosas percorrem para chegar até o consumidor final. No caminho dos concorrentes, há várias voltas pelo caminho, relacionadas à perda de frescor, sabor, qualidade e nutrientes. Na fazu, o caminho é direto e sem nenhuma perda.

Sendo assim, é um tipo de produto muito difícil para o estabelecimento tradicional. A combinação entre baixas margens e alto índice de perdas, perecibilidade, necessidade constante de atenção na gôndola e shelf-life curto faz com que seja difícil para o consumidor encontrar com consistência (de qualidade e preço) o seu mix de folhas.

Quem nunca foi ao mercado querendo comprar aquelas folhinhas lindas para fazer um saladão e acabou saindo de mãos abanando porque estava tudo com cara de ‘fim de feira’?

A empresa

A fazu redefiniu o modelo de distribuição de hortaliças dentro das cidades, eliminando perdas, intermediários e agrotóxicos.

Como? Fazemos parcerias com pequenos produtores hidropônicos, onde adquirimos as folhas em fase final de desenvolvimento e replantamos em nossas fazendas dentro da cidade. São espaços que antes eram cinzas e improdutivos, e os transformamos em um enorme estoque-vivo de hortaliças. Lá, elas completam seu ciclo de crescimento, possibilitando a colheita dos produtos ainda vivos momentos antes da entrega para o consumidor final.

O sonho? Instalar uma fazenda Fazu em todos os bairros das principais cidades brasileiras e latino-americanas, promovendo saudabilidade, sustentabilidade a um preço justo e acessível a todos.

Modelo de negócio

O modelo de negócios da fazu consiste em instalar fazendas hidropônicas em espaços ociosos (tornar espaços improdutivos, produtivos) em grandes centros urbanos e realizar a colheita das hortaliças apenas no momento em que o cliente realiza o seu pedido.

Os benefícios para o consumidor final são inúmeros:

Gráfico comparativo entre uma alface fazu e uma alface convencional. Alface fazu: sem agrotóxicos, tendo entre 300 e 350 gramas, com 0% de perda, colhido na hora, com o dobro de shelf-life, mais saborosa e atrativa e com 100% dos nutrientes preservados. Alface convencional: com agrotóxicos, tendo entre 150 e 225 gramas, com cerca de 20% de perda, colhida entre 24 e 72 horas atrás e com shelf-life reduzido.

Ao eliminarmos totalmente o desperdício e a quantidade de intermediários na cadeia, praticamos preços competitivos com mercados de classe A-B ofertando um produto infinitamente superior.

Além disso, entendemos que a força do modelo de negócio é alavancado pelo conceito de rede, ou seja, uma série de fazendas instaladas, cada uma atuando em sua micro-região - otimizando a operação last-mile da fazu e a conveniência para o consumidor final.

Mapa demonstrando a localização das fazendas fazu na cidade de São Paulo e as respectivas microrregiões de atuação.

Mercado

Mercado multi-bilionário, altamente ineficiente, arcaico e em rápido crescimento.

O mercado de hortaliças folhosas movimenta cerca de R$ 17 bilhões por ano no Brasil (aproximadamente R$ 5 bilhões apenas no estado de São Paulo) e cerca de 40% das hortaliças são desperdiçadas da produção ao pós-colheita no país.

Infográfico demonstrando o desperdício da produção de hortaliças folhosas. As perdas demonstradas são: 19% de desperdício no processo de embalagem, 17% no transporte e 10% no manuseio.

Tamanha perda ocorre pois o modelo de distribuição de hortaliças estagnou no tempo. Desde a instauração dos CEASAs nas principais capitais do país na década de 60, a maneira de distribuir hortaliças manteve-se virtualmente inalterada.

Este modelo conta com uma série de intermediários (2-4) entre o produtor e o consumidor final e um manuseio / armazenamento inadequado que acelera o processo de deterioração dos produtos.

E quem arca com toda essa ineficiência? O consumidor final.

Diferencial

Apesar de o modelo de fazendas urbanas estar em voga há algum tempo e já existirem players atuando neste segmento, acreditamos ter um diferencial competitivo relevante em nosso modelo de negócios.

A grande diferença é: não produzimos hortaliças.

Entendemos que o modelo de fazenda urbana produtiva faz sentido em locais cuja as temperaturas extremas ‘empurram’ regiões produtoras para longe de regiões consumidoras em milhares de quilômetros.

E em regiões tropicais com clima propício à produção o ano todo como o Brasil? Nem tanto...

A imagem possui duas fotos. A primeira, demonstrando como é uma fazenda urbana nos Estados Unidos ou Europa. As hortaliças estão dentro de containeres brancos, distribuídas em prateleiras sob uma luz artifical na cor rosa. Abaixo, há uma legenda: Nova York (região consumidora) que fica há +4.500 km da Califórnia (região produtora). Ou seja, o objetivo destas fazendas urbanas é eliminar a distância (e gasto logístico) entre a produção e o consumo.  A segunda imagem demonstrando como é uma fazenda urbana no Brasil e em outros países tropicais. Nesta imagem, as hortaliças estão distribuídas em uma estrutura que lembra uma mesa. Estas mesas estão abaixo de um toldo metálico, com teto em plástico transparente. Ao redor dos toldos, há barreiras de proteção. Legenda: A maior parte das metrópoles são rodeadas por cinturões verdes que abastecem as cidades o ano todo, ou seja, a distância entre regiões produtoras e regiões consumidoras é de, em média, 50 a 150km (distância 99% inferior à praticada nos EUA/ Europa).

O que fazemos então? Somos a extensão do produtor hidropônico dentro da cidade.

Firmamos parcerias e terceirizamos toda a produção das hortaliças para pequenos produtores hidropônicos próximos aos grandes centros urbanos. Tais produtores possuem uma escala de produção que permite com que diluam seus custos a níveis impraticáveis em fazendas urbanas produtivas.

Buscamos as hortaliças já em estágio final de desenvolvimento e as replantamos em nossas estruturas hidropônicas dentro da cidade com a única finalidade de manter a vida das plantas até serem colhidas e entregues para nossos clientes. Ou seja, temos todos os benefícios do modelo tradicional de fazenda urbana, no entanto, não arcamos nem com os riscos nem custos inerentes à produção.

Infográfico demonstrando que o modelo de negócios da Fazu possui custos muito inferiores ao de outras fazendas urbanas (instalação e energia, imóvel, pessoas) e maiores benefícios (proximidade do cliente final, frescor do alimento e tempo entre colheita e entrega). Comparado a produção hidropônica convencional, os custos do modelo da Fazu são um pouco maiores enquanto os benefícios dobram.

Uso dos recursos

Por termos nossa primeira fazenda instalada e já rodando com alta capacidade ociosa, entendemos que o principal uso de recursos do investimento deverá ir para formação de equipe e marketing, a fim de atingirmos a maturidade desta fazenda. As próximas rodadas de investimento deverão dar maior foco na expansão e criação do efeito de rede da fazu.

Infográfico demonstrando que os principais usos dos recursos a serem captados serão a contração de pessoas, marketing, CAPEX e capital de giro.

Sobre a empresa

R$ 5.000.000

fevereiro, 2019

5 pessoas

São Paulo - SP

32.651.632/0001-01

Fundadores e equipe

Gabriel Cano

CEO e Founder

Graduado em administração de empresas pela FGV, possui mais de 6 anos de experiência em fundo de private equity voltado a investimentos em empresas do middle market brasileiro. Atualmente é CEO e sócio-fundador da Fazu.

Reginaldo Siqueira

Founder

Mais de 15 anos de experiência em marketing, comunicação e transmedia storytelling. Já atendeu grandes empresas como Ipiranga, Pepsico, BRF, KPMG, Whirlpool, Gerdau, Grupo Pão de Açúcar, e outras. É sócio fundador da Fazu.

François Loncke

Investidor Anjo

Mais de 20 anos de experiência em multinacionais e ex-CTO da ambar. Vem nos últimos anos atuando no segmento de startups. Foi o primeiro investidor anjo na Fazu e atua como mentor em assuntos de estratégia e novos projetos.

Eduardo Casarini

Advisor

Co-fundador do Flores Online, com ampla experiência no varejo online. Dedica-se a prestar mentoria a startups e empreendedores desde 2016, depois de obter seu MBA pelo MIT-Sloan.

Ramon Almeida

Advisor (Tech)

Desenvolvedor full-stack com mais de 6 anos de experiência e ampla experiência com startups em geral, especialmente no segmento de investimentos.

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